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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Atenciosamente, Desabafo.



As vezes me escondo por medo, as vezes por um desejo de apenas ficar só.
Em meio ao silêncio, a solidão me afoga em palavras, em tormentas e pensamentos. Me sinto como se estivesse descendo cada vez mais em zonas desconhecidas de um oceano.
São desabafos demais, conversas demais, segredos demais, e cada vez mais eu desabo na imensa escuridão azul.
Pergunto-me com frequência: 'Qual é o meu limite?' Mas não encontro a resposta dentre tantas outras perguntas. Eu sinto cansaço. Cansaço mental. Minha mente pede por sossego, ela grita, esperneia, mas só eu escuto ela ficar rouca, por conta de pedidos frívolos de ajuda.
E o meu sentimento? Inefável, inarrável, indescritível. São tantas incertezas, que mal cabe em mim, estou perdida, estou perdida no meu próprio labirinto, que vem sendo construído há um tempo e só agora percebi.

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